Melhor para São Paulo

Atualizado em 27/03/2018 13h03


Melhor para São Paulo

No próximo dia 25 de junho, o PSDB completará 30 anos. O desenvolvimento socioeconômico do Brasil e a consolidação de sua jovem democracia se confundem com a história e o crescimento do nosso partido. Ao nascer, em 1988, a sigla elegeu 18 prefeitos. Três décadas depois, a social democracia governa seis Estados e 803 municípios brasileiros.

Em São Paulo, berço tucano, a história comprova a especial sintonia entre o eleitor e o nosso jeito de governar: há seis eleições consecutivas os paulistas escolhem, livre e democraticamente, administradores do PSDB. Além disso, prefeitos da legenda administram 173 municípios, incluindo a capital, que somam mais da metade da população paulista.

O partido, que criou a Lei de Responsabilidade Fiscal há 18 anos, mantém ativo o princípio inabalável de que um governo não pode gastar mais do que arrecada. Essa regra básica da LRF produziu conquistas que incluem a construção de mais de 40 hospitais públicos, 180 escolas técnicas e faculdades de tecnologia gratuitas em que milhares de jovens paulistas constroem o seu futuro.

Não podemos virar as costas para avanços que o PSDB produziu em São Paulo. Por tudo isso, tenho defendido que o prefeito da Capital, João Doria, seja o nosso candidato a governador. Ele terá a missão de proteger o legado de responsabilidade com o gasto público.

À frente da Prefeitura de São Paulo, Doria demonstrou capacidade para encarar obstáculos. Ao deparar-se com um déficit de R$ 7,5 bilhões deixado pela administração anterior, saneou as contas. Foi ele também o responsável por zerar a fila de mais de 485 mil exames da rede em menos de 90 dias e abrir o maior número de vagas em creche já no primeiro ano.

Após 13 meses há uma certeza: o prefeito João Doria pode fazer mais pela cidade administrando o Governo do Estado em perfeita harmonia com o seu natural substituto, o vice-prefeito Bruno Covas.

Nada ainda está decidido, mesmo porquê o prefeito tem ouvido com atenção os apelos da militância, mas dentro do nosso grupo há um consenso: o PSDB deve encarar 2018 com união em torno de um nome para defender tudo o que foi feito e, ao mesmo tempo, evitar fissuras internas. A militância sabe os efeitos colaterais provocados por posturas dúbias como as registradas nos anos de 2006 e 2008 quando as candidaturas à Presidência da República e à Prefeitura de São Paulo enfrentaram resistência interna. Um pé em cada canoa, definitivamente, criou traumas para a nossa legenda. Temos atuado para que esse dilema não entre novamente nas nossas reuniões.

Doria sabe que na política, assim como na vida, reconhecimento e protagonismo só se alcança quando se trabalha duro para a concretização dos seus ideais. Tenho certeza que nosso Estado deve manter distância do populismo que cria euforia momentânea, sempre seguidas de desengano e depressão.